
O Brasil é o maior produtor de soja do mundo, com impressionantes 169 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 40% de toda a produção mundial de soja. Mas você sabe quais são os outros maiores produtores de soja do mundo? Quanto cada país produz? Quando ocorre a safra de soja em cada região? Este ranking completo revela os 6 maiores produtores de soja do mundo, com dados atualizados sobre produção, exportação, principais regiões produtoras e calendário agrícola de cada país.
A produção mundial de soja atingiu 420,7 milhões de toneladas na safra 2024/2025, com crescimento de 6,37% em relação à safra anterior. Os seis maiores produtores de soja do mundo respondem por aproximadamente 90% de toda a soja produzida globalmente, demonstrando a enorme concentração da produção em poucos países.
Segundo dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os maiores produtores de soja do mundo são: Brasil, Estados Unidos, Argentina, China, Índia e Paraguai. Esses seis países dominam o mercado mundial de soja há mais de 15 anos, mantendo posições estáveis no ranking de produção de soja.
| Posição | País | Produção (milhões de toneladas) | Participação Mundial |
|---|---|---|---|
| 1º | Brasil | 169,0 | 40% |
| 2º | Estados Unidos | 121,11 | 28,8% |
| 3º | Argentina | 51,0 | 12,1% |
| 4º | China | 20,65 | 4,9% |
| 5º | Índia | 12,58 | 3,0% |
| 6º | Paraguai | 10,0 | 2,4% |
| Total Mundial | 420,7 | 100% |
Fonte: USDA, 2025
O Brasil é o maior produtor de soja do mundo desde a safra 2019/2020, consolidando sua liderança ano após ano. Na safra 2024/2025, o Brasil produziu 169 milhões de toneladas de soja, representando 40% de toda a produção mundial de soja. Este volume é 76% superior à produção brasileira de 2015, quando o país colheu 96 milhões de toneladas de soja.
A produção brasileira de soja cresceu 10% em relação à safra anterior (2023/2024), consolidando o Brasil não apenas como maior produtor, mas também como o maior exportador de soja do mundo.
Além de liderar a produção de soja mundial, o Brasil é também o maior exportador de soja do mundo. Na safra 2024/2025, o Brasil deve exportar 105 milhões de toneladas de soja, o que representa aproximadamente 65% de toda a soja comercializada internacionalmente pelos três maiores produtores de soja mundiais.
A China é o principal destino das exportações brasileiras de soja, mas o Brasil também fornece soja para União Europeia, México, Tailândia, Vietnã e outros países asiáticos. A soja é atualmente o principal item de exportação do agronegócio brasileiro.
O Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil, responsável por 44 milhões de toneladas (26% do total nacional) na safra 2023/2024. O estado teve produtividade de 3.708 kg/ha, 8% acima da média nacional.
Ranking dos Estados Brasileiros Produtores de Soja:
Sorriso (MT) é reconhecida como a maior produtora individual de soja do mundo, liderando o ranking municipal pelo quarto ano consecutivo. A cidade produz mais soja que países inteiros, demonstrando a força do agronegócio brasileiro.
Outras cidades brasileiras que ultrapassaram a marca de 1 milhão de toneladas de soja por safra incluem Maracaju/MS, Jataí/GO, Canarana/MT e Ponta Porã/MS.
No Brasil, o plantio de soja ocorre entre setembro e novembro, com colheita concentrada entre fevereiro e maio. O calendário agrícola da soja no Brasil é regulamentado pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) através de portarias específicas para cada estado.
O Brasil também produz soja safrinha em algumas regiões, principalmente no Nordeste, com plantio entre janeiro e fevereiro e colheita em maio e junho.
Os Estados Unidos são o segundo maior produtor de soja do mundo, com 121,11 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 28,8% da produção mundial de soja. A produção americana de soja cresceu 5% em relação à safra anterior, mantendo o país como potência na produção mundial de soja.
Os Estados Unidos disputam com o Brasil a liderança da produção de soja há mais de duas décadas. Embora produza menos que o Brasil atualmente, a soja americana tem produtividade por hectare ligeiramente superior em algumas regiões, com médias acima de 3.200 kg/ha.
Os Estados Unidos são o segundo maior exportador de soja do mundo, atrás apenas do Brasil. Na safra 2024/2025, os EUA devem exportar 49,67 milhões de toneladas de soja, consolidando-se como fornecedor estratégico para o mercado mundial de soja.
Os principais destinos da soja americana são China, México, Japão, Indonésia e União Europeia. A China compra soja tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos, distribuindo suas compras conforme disponibilidade sazonal e preços.
A produção de soja nos Estados Unidos concentra-se no “Corn Belt” (Cinturão do Milho), região centro-oeste americana com condições climáticas ideais para agricultura.
Principais Estados Produtores de Soja nos EUA:
Esses cinco estados respondem por mais de 60% de toda a soja americana.
Uma particularidade da produção americana de soja é a competição por área com o milho. A cada safra, o produtor americano precisa decidir se plantará soja ou milho em suas terras. Em anos com preço da soja favorável, aumenta área de soja. Em anos com milho mais rentável, reduz área de soja.
Essa alternância impede que os Estados Unidos expandam continuamente a área de soja, diferentemente do Brasil que ainda possui fronteiras agrícolas disponíveis para expansão.
Nos Estados Unidos, o plantio de soja ocorre entre maio e junho, com colheita concentrada entre setembro e novembro. A safra americana entra no mercado internacional no segundo semestre, quando Brasil e Argentina já comercializaram grande parte de sua produção.
Essa sazonalidade cria complementaridade no mercado mundial: Brasil e Argentina abastecem o mercado no primeiro semestre, enquanto Estados Unidos domina o segundo semestre.
A Argentina é o terceiro maior produtor de soja do mundo, com 51 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 12,1% da produção mundial de soja. A produção argentina de soja se recuperou após safras difíceis em 2022/2023 e 2023/2024, quando secas históricas reduziram drasticamente a colheita.
Entre 2015 e 2024, a produção argentina de soja caiu 17%, diferentemente de Brasil e Estados Unidos que apresentaram crescimento. Essa redução se deve principalmente a fatores climáticos adversos (secas severas nos últimos anos) e questões fiscais (alta carga tributária sobre exportações agrícolas).
A Argentina exporta principalmente soja processada (farelo e óleo de soja), diferentemente de Brasil e Estados Unidos que exportam principalmente grão. Na safra 2024/2025, a Argentina deve exportar aproximadamente 5,5 milhões de toneladas de soja em grão, mas é líder mundial em exportação de farelo e óleo de soja.
A indústria de esmagamento (crushing) argentina é a mais desenvolvida do mundo, processando soja própria e também importando soja do Paraguai e Brasil para processamento e reexportação.
A produção de soja na Argentina concentra-se nas regiões pampenas, com destaque para:
Principais Províncias Produtoras de Soja na Argentina:
Juntas, Buenos Aires e Córdoba respondem por 65% de toda a soja argentina.
A Argentina enfrenta desafios únicos na produção de soja:
Questões Climáticas: Secas históricas nos últimos três anos (2020-2023) devastaram safras argentinas, com perdas superiores a 40% em alguns anos.
Alta Tributação: Impostos sobre exportações agrícolas (retenciones) reduzem significativamente a margem dos produtores argentinos, diminuindo incentivos para expansão de área e investimentos em produtividade.
Inflação: A hiperinflação argentina dificulta planejamento de longo prazo e descapitaliza produtores.
Na Argentina, o plantio de soja ocorre entre outubro e dezembro, com colheita entre março e junho. A Argentina também produz soja de segunda safra, com plantio em janeiro e colheita em maio-junho.
A safra argentina entra no mercado mundial quase simultaneamente ao Brasil, criando competição direta entre os dois países sul-americanos no primeiro semestre de cada ano.
A China é o quarto maior produtor de soja do mundo, com 20,65 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 4,9% da produção mundial de soja. A produção chinesa de soja cresceu 72% entre 2015 e 2024, demonstrando esforço do país em aumentar produção doméstica.
Quase metade da produção chinesa de soja (50%) vem da província de Heilongjiang, principal polo produtor do país, localizada no nordeste chinês, fronteira com a Rússia.
Embora a China seja o quarto maior produtor de soja mundial, o país é disparado o maior importador de soja do mundo, com mais de 100 milhões de toneladas importadas anualmente.
Nos primeiros quatro meses de 2025, a China importou 27,7 milhões de toneladas de soja, crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2024. A China importa soja principalmente do Brasil, Estados Unidos e Argentina.
A China reduziu dramaticamente sua produção de soja entre 1990 e 2000, passando de maior produtor mundial a maior importador mundial. Esta decisão estratégica se deveu a:
Questões Políticas: Priorização de grãos para alimentação humana (arroz, trigo) em detrimento de soja para alimentação animal.
Disponibilidade de Terras: Terras chinesas são limitadas e o país optou por importar soja e produzir internamente culturas mais estratégicas.
Crescimento da Pecuária: O crescimento da classe média chinesa aumentou exponencialmente o consumo de carne, exigindo importação massiva de soja para produção de ração animal.
A soja importada pela China é usada principalmente para produção de farelo de soja (ração animal) e óleo de soja (alimentação humana).
Na China, o plantio de soja ocorre entre abril e maio, com colheita entre setembro e outubro. A safra chinesa tem calendário similar ao dos Estados Unidos, entrando no mercado no segundo semestre.
A Índia é o quinto maior produtor de soja do mundo, com 12,58 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 3% da produção mundial de soja. A produção indiana de soja cresceu impressionantes 80% entre 2015 e 2024, sendo um dos países que mais expandiram produção na última década.
A Índia utiliza a maior parte de sua produção de soja para consumo interno, processando o grão em óleo de soja (consumo humano) e farelo (alimentação animal).
A Índia geralmente não é um grande exportador de soja, pois consome internamente quase toda sua produção. Em anos de safras excepcionais, pode exportar pequenos volumes para países vizinhos.
Eventualmente, a Índia importa soja quando a produção doméstica é insuficiente para abastecer a demanda interna por óleo de soja e farelo.
Na Índia, o plantio de soja ocorre entre junho e julho (período de monções), com colheita entre setembro e outubro. A soja indiana depende fortemente das chuvas de monção, sendo muito sensível a variações climáticas.
O Paraguai é o sexto maior produtor de soja do mundo, com aproximadamente 10 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 2,4% da produção mundial de soja. O Paraguai é o maior produtor de soja da América do Sul depois de Brasil e Argentina.
A produção paraguaia de soja cresceu consistentemente nas últimas décadas, transformando a soja no principal produto agrícola e item de exportação do país.
O Paraguai exporta praticamente toda sua produção de soja, sendo um dos países com maior percentual de exportação em relação à produção. A soja paraguaia é exportada principalmente para Argentina (para processamento e reexportação), Brasil, Rússia e países europeus.
No Paraguai, o plantio de soja ocorre entre setembro e novembro, com colheita entre fevereiro e maio, similar ao calendário brasileiro. A safra paraguaia entra no mercado simultaneamente à brasileira e argentina.
O calendário agrícola da soja mundial é estrategicamente distribuído ao longo do ano, garantindo oferta contínua no mercado internacional:
| País | Plantio | Colheita | Entrada no Mercado |
|---|---|---|---|
| Brasil | Set – Nov | Fev – Mai | 1º Semestre |
| Argentina | Out – Dez | Mar – Jun | 1º Semestre |
| Paraguai | Set – Nov | Fev – Mai | 1º Semestre |
| Estados Unidos | Mai – Jun | Set – Nov | 2º Semestre |
| China | Abr – Mai | Set – Out | 2º Semestre |
| Índia | Jun – Jul | Set – Out | 2º Semestre |
Sazonalidade do Mercado Mundial de Soja:
1º Semestre (Jan-Jun): Domínio da soja sul-americana (Brasil, Argentina, Paraguai). Brasil e Argentina competem diretamente no mercado internacional.
2º Semestre (Jul-Dez): Entrada da soja americana no mercado internacional, quando oferta sul-americana já está reduzida. Estados Unidos domina o mercado neste período.
Esta distribuição sazonal garante oferta contínua de soja ao longo do ano para o mercado mundial, especialmente para atender a demanda chinesa que opera ininterruptamente.
Os três maiores produtores de soja do mundo (Brasil, Estados Unidos e Argentina) juntos produzem 341,11 milhões de toneladas de soja, representando 81% da produção mundial de soja. Esta concentração demonstra a enorme importância destes três países para a segurança alimentar global.
Brasil: 169 milhões de toneladas (40% mundial) Estados Unidos: 121,11 milhões de toneladas (28,8% mundial) Diferença: Brasil produz 47,89 milhões de toneladas a mais que os EUA
O Brasil ultrapassou os Estados Unidos como maior produtor de soja mundial na safra 2019/2020 e consolidou esta liderança, ampliando a diferença ano após ano. A tendência é que o Brasil continue aumentando sua vantagem sobre os Estados Unidos devido à disponibilidade de novas áreas agrícolas e investimentos contínuos em tecnologia e produtividade.
Produtividade Média de Soja (kg/ha):
O Brasil não apenas produz mais soja em volume total, mas também tem produtividade por hectare competitiva com os Estados Unidos, especialmente em estados como Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A última década mostra crescimentos impressionantes na produção mundial de soja:
| País | Crescimento 2015-2024 | Destaque |
|---|---|---|
| Rússia | +135% | Maior crescimento percentual |
| Índia | +80% | Forte expansão asiática |
| Brasil | +76% | Líder em volume absoluto |
| China | +72% | Reduzindo dependência de importações |
| Estados Unidos | +15% | Crescimento moderado |
| Argentina | -17% | Redução por secas e tributação |
A Rússia foi o país que mais expandiu percentualmente sua produção de soja na última década, crescendo 135% e se tornando o 8º maior produtor mundial com 7,05 milhões de toneladas.
| Posição | País | Exportação (milhões ton) | % do Comércio Mundial |
|---|---|---|---|
| 1º | Brasil | 105,0 | 65% |
| 2º | Estados Unidos | 49,67 | 31% |
| 3º | Argentina | 5,50 | 3% |
| Total Top 3 | 160,17 | 99% |
Os três maiores produtores de soja do mundo também são os três maiores exportadores, controlando 99% do comércio internacional de soja.
O Brasil não apenas é o maior exportador de soja do mundo, mas domina com folga o mercado internacional. As 105 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil representam:
Uma característica interessante dos maiores produtores de soja do mundo é que eles também estão entre os principais produtores de carne do mundo. Esta conexão não é coincidência: a soja é o principal ingrediente de ração animal para pecuária, especialmente suínos e aves.
Maiores Produtores de Soja = Maiores Produtores de Carne:
A integração entre produção de soja e pecuária fortalece ambos os setores, criando cadeias produtivas eficientes e competitivas globalmente.
A China é disparado o maior importador de soja do mundo, importando mais de 100 milhões de toneladas anualmente. Para ter ideia da magnitude: a China importa mais soja que a produção total de qualquer país exceto Brasil e Estados Unidos.
Principais Importadores de Soja do Mundo:
A China sozinha representa aproximadamente 60% de toda a soja comercializada internacionalmente.
Fornecedores de Soja para a China:
A China distribui suas compras conforme sazonalidade: compra mais do Brasil no 1º semestre e mais dos Estados Unidos no 2º semestre, garantindo oferta contínua ao menor custo.
A produção mundial de soja deve continuar crescendo nos próximos anos, impulsionada por:
Crescimento da Demanda: Aumento da população mundial e crescimento da classe média em países em desenvolvimento elevam consumo de proteína animal, que exige mais soja para ração.
Expansão da Área: Brasil ainda possui fronteira agrícola disponível (dentro de limites legais e sustentáveis), permitindo expansão de área de soja.
Aumento de Produtividade: Tecnologias como edição genética, agricultura de precisão e melhoramento genético devem elevar produtividade média mundial de soja.
Novos Produtores: Países como Rússia, Ucrânia e nações africanas estão expandindo produção de soja, reduzindo (marginalmente) a concentração nos três maiores.
Mudanças Climáticas: Eventos climáticos extremos (secas, inundações) podem impactar produtividade e reduzir previsibilidade de safras.
Pressão Ambiental: Exigências crescentes por produção sustentável e rastreabilidade podem aumentar custos e limitar expansão de área.
Regulamentações Internacionais: Leis como a Lei Antidesmatamento da União Europeia podem criar barreiras comerciais para soja de regiões específicas.
Dependência Chinesa: A concentração de mais de 60% das exportações mundiais para um único comprador (China) cria vulnerabilidade geopolítica.
A soja continua sendo uma das culturas mais rentáveis e estratégicas do agronegócio mundial. Investir em propriedades rurais em regiões produtoras de soja de alta qualidade, como fazendas disponíveis em Maracaju/MS, representa oportunidade de participar do mercado global de soja com retornos consistentes e valorização patrimonial.
Tecnologia: Investir em agricultura de precisão, genética avançada e manejo sustentável aumenta produtividade e rentabilidade da soja.
Certificações: Produção rastreável e sustentável acessa mercados premium e melhores preços.
Diversificação: Integrar produção de soja com pecuária (sistema ILPF) reduz riscos e aumenta retorno por hectare.
O Brasil consolidou-se como maior produtor de soja do mundo, com 169 milhões de toneladas representando 40% da produção mundial. Estados Unidos mantém forte segunda posição com 121 milhões de toneladas, enquanto Argentina recupera-se de anos difíceis com 51 milhões de toneladas.
Os seis maiores produtores de soja do mundo (Brasil, Estados Unidos, Argentina, China, Índia e Paraguai) respondem por 90% da produção global, demonstrando enorme concentração em poucos países. Esta concentração torna o mercado mundial de soja altamente dependente de condições climáticas, políticas e econômicas desses países produtores.
Destaques do Ranking de Soja Mundial:
A produção mundial de soja deve continuar crescendo nos próximos anos, impulsionada pelo aumento da demanda global por proteína animal e óleos vegetais. O Brasil está bem posicionado para manter e ampliar sua liderança, graças à disponibilidade de terras, clima favorável, tecnologia agrícola avançada e custos competitivos de produção.
Para quem busca oportunidades no agronegócio mundial, entender a dinâmica dos maiores produtores de soja do mundo é essencial para tomar decisões estratégicas de investimento e produção.
Qual é o maior produtor de soja do mundo? O Brasil é o maior produtor de soja do mundo, com 169 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 40% da produção mundial.
Quanto os Estados Unidos produzem de soja? Os Estados Unidos produzem 121,11 milhões de toneladas de soja (28,8% da produção mundial), sendo o segundo maior produtor mundial.
Quais são os 3 maiores produtores de soja do mundo? Brasil (169 MT), Estados Unidos (121 MT) e Argentina (51 MT) são os três maiores, respondendo por 81% da produção mundial.
Por que a China importa tanta soja? A China importa mais de 100 milhões de toneladas anuais para produção de ração animal (farelo de soja) e óleo de soja para consumo humano.
Quando é a safra de soja no Brasil? No Brasil, o plantio ocorre entre setembro e novembro, com colheita entre fevereiro e maio.
Qual país mais exporta soja? O Brasil é o maior exportador de soja do mundo, com 105 milhões de toneladas exportadas, representando 65% do comércio mundial.